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Acho que estava mal acostumada. Seis horas de trabalho por dia, deixam a gente assim… Com uma ótima qualidade de vida! Tinha tempo para tudo! Se quisesse ir ao cinema, era possível. Cochilar? Nem se fala! Assistir seriado e ainda pintar, eram coisas possíveis… Se brincar, em um mesmo dia conseguia fazer tudo isso e ainda ir a academia. Agora, após assumir uma Função Gratificada, como Coordenadora de Gestão de Pessoas, tenho que cumprir jornada de 8 horas por dia (o que muitas vezes se extende a 9, 10 e as vezes até 11 horas…) + horário de almoço. As vezes me pego refletindo e pensando: compensa mesmo?! Praticamente só estou trabalhando, dormindo e fazendo exercício físicos, para fazer algo além, acabo por faltar em um desses 3, o que quase sempre me leva a um dia sedentário…

Como eu disse… Acho que fiquei mal acostumada. A grande maioria esmagadora da população trabalha no mínimo 8 horas. Mas me questiono: e a qualidade de vida? Passa longe não é?! Eu apoio a ideia de que todos deveriam trabalhar 6 horas. A gente vive mais. A gente não vê só a vida passar! Agora, mal começa segunda, quando vou ver já é sexta de novo! E o que eu fiz para mim? Para o meu lazer e o meu crescimento pessoal?! Praticamente nada… Só corri de um lado para o outro, resolvendo problemas institucionais e de outras pessoas…

Isso me leva a ambivalência! Ao mesmo tempo gosto de estar na coordenação, mas simultaneamente, tenho vontade de largá-la a todo instante! haha

Acho que preciso de terapia…. haha

Sem mais nada a declarar…

Ps.: preguiça de “embelezar” o post…

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Hoje resolvi escrever… Há alguns meses atrás tentei repaginar meu blog. Pensei em mudar de nome, escolher um tema ou temas específicos. Mas nada saiu da intenção. De nada adianta mudar tudo, se daqui a pouco vou desanimar novamente com a escrita. Portanto, hoje, resolvi propor algo diferente. Primeiro vou voltar a manter uma certa frequência de escrita. Depois, decido o que faço.

Ao retornar para meus devaneios escritos, pensei em um amigo de longa data, meu único amigo virtual, o querido Thales Pingo! Pois este sempre incentivou minha escrita. Por mais ruinzinha que seja… haha Sendo assim, faço questão de mencioná-lo na minha tentativa de retorno ao blog.

Vamos ao que interessa. As últimas vezes que escrevi, foi para o blog chamado “Taverna do Goblin”, basicamente era um blog nerd, com assuntos nerds, voltados para o público nerd! Sendo assim, escrevia sobre filmes, livros e RPG. Vou reabrir meu blog, aproveitando o clima de páscoa, ressucitando um desses posts, até porque o site acabou saindo do ar… Mas era a época que minha audiência era a maior!

Bem… Espero que dessa vez minha escrita engate!

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RPG terapêutico

“- O que você vai fazer hoje?”

“- Hoje tem jogo de RPG.”

Não é incomum, quando surge esse assunto, perder pelo menos alguns minutos do meu dia tentando explicar para a pessoa o que vem a ser RPG… E claro que não me refiro a Reeducação Postural Global, da fisioterapia…

Mesmo hoje em dia é impressionante que muitas pessoas não saibam o que é, ou pior, conheçam, mas continuam com preconceitos em relação ao termo e a sua prática. Tenho amigos que jogam RPG há mais de 10 anos, e até hoje escondem dos pais… Devido informações enviesadas que estes receberam ao longo da vida…

Porém, o que muitos ignoram, é que existem vantagens psicológicas enormes por trás do Role-playing, seja ela acompanhado do ‘game’ ou não…

Dentro da Psicologia, existem diversas abordagens de atuação, muitas maneiras de ver o ser humano e seus comportamentos (Psicanálise, behaviorismo, gestalt, sócio-histórica…) e cada uma dessas filosofias possuem técnicas diferentes de se atuação. Dentre elas, há o Psicodrama.

O Psicodrama foi criado por Jacob Levy Moreno, por volta de 1925. E um dos instrumentos do Psicodrama é o Role Playing (RP) ou jogo de papéis. O Role Playing é utilizado com o objetivo de desenvolver os diversos papéis que vivemos e assumimos na sociedade.

A estratégia utilizada, tanto pelo RP como pelo RPG, são praticamente a mesma. Porém com objetivos diferentes, e interpreta-se papéis diferentes.

Geralmente, no RP terapêutico, você interpreta papéis reais em um mundo real. Você pode ser sua mãe, seu pai, seu chefe, ser você mesmo em diversas situações. Interpretando tais pessoas e/ou papéis você passa a perceber como você os visualiza, como interage com eles, e se eles realmente correspondem a realidade ou não, se estão de acordo com seus valores, com sua visão de mundo e com o que a realidade exige… Trabalha também questões de improvisação, de habilidades interpessoais, criatividade e questionamento da sociedade, da cultura, dos outros e de nós mesmos. Só não há ficha: “Quanto de HP tem sua mãe?”, nem rolar de dados: “Você perdeu a discussão para o seu chefe, porque, apesar de você tirar um número melhor no dado, ele tinha bônus devido ao background ‘ser chefe’.”

Já no RPG você é um personagem inventado em um mundo fictício. Porém quem nunca interpretou traços que odeia, ou características que gostaria de ter, mas não possui, ou mesmo já percebeu que aquele personagem tem muito de você ou não tem praticamente nada… E, mesmo sem perceber, nos pegamos analisando a situação, a cultura e a sociedade do cenário no qual estamos jogando para descobrir qual a melhor forma de agir e interpretar, qual papel o nosso personagem deve incorporar naquele momento. Além disso, podemos perceber com muita clareza, como os traços de personalidade e ações de nossos personagens influenciam o cenário, o grupo e até o andamento de nosso próprio jogo.

Essas análises nos permite transpor para o mundo real um pouco mais de conhecimento sobre nós mesmos, sobre como as coisas funcionam no mundo e como lidar com pessoas diferentes em situações diferentes. Possibilita também, melhorar nossas habilidades interpessoais, nossa capacidade de improvisar e de resolver problemas e conflitos. Além de proporcionar diversão, histórias que serão lembradas e muito provavelmente contaremos aos nossos filhos, que esperamos nós, também jogarão RPG…

Mesmo quem nunca parou para analisar essas relações, de forma indireta e menos potente, se beneficia de todos esses aspectos… Pois é algo que se vive, que se experimenta. Que envolve ações concretas em um mundo imaginário, mas em uma mesa real, com traços reais de personagens e com situações que permitem diversas metáforas com nossa realidade.

Claro que, como o RPG não possui o objetivo prioritário de terapia, o RP do Psicodrama torna-se uma opção muito mais eficiente para nos trazer a consciência todos esses aspectos críticos e de autoconhecimento. Porém, não podemos descartar a possibilidade e os benefícios existentes em uma mesa de RPG.

E agora que você leu isso e tomou consciência de todos esses fatos, muito provavelmente, fará seu próximo personagem e seu próximo jogo com muito mais consciência e análise à relação existente entre seu personagem e você, entre o cenário e a realidade, e todas as relações existentes entre o RPG e sua vida e nossa sociedade. Otimizando, assim, muito mais as potencialidades e benefícios psicológicos do RPG…

Hoje

Hoje queria algo diferente. Hoje queria sair dos padrões e chorar de rir como a muito não fazia. Hoje queria sair sem rumo e voltar descalço, com um largo sorriso. Hoje queria ser surpreendida. Hoje queria enfrentar alguma situação completamente nova. Hoje queria lidar com o inusitado e se espantar com o inesperado. Hoje queria sair da rotina. Hoje, só por hoje, talvez quisesse ser outra pessoa. Alguém confiante e interessante…

E ao decidir que mudaria o tempo verbal dessas afirmações, ela tornou-se outra pessoa.

E eu, no que me tornei?!

Eu pensava que escrevia bem. Hoje em dia já não tenho mais tanta certeza… Não sei se por falta de prática. Ou por não pensar em boas temáticas. Ou, talvez, por eu nunca realmente ter escrito bem. Vejo por aí pessoas que, ao meu ver, escrevem pior (erros bizarros de concordância, gramática, ortografia e pontuação e/ou temáticas e ideias meio tortas e desconexas), mas que apesar disso recebem muito mais comentários e visitas. Será que tudo gira em torno de publicidade? Ou as pessoas participam somente por consideração a pessoa? Se for a primeira opção, eu até entendo. Se for a segunda opção, acho que preciso de pessoas que tenham mais consideração por mim… hehe

Antes de ser psicóloga pensei em ser jornalista. Sério! Justamente por eu acreditar que escrevia bem. E gostar das coisas que eu escrevia. Penso que isso é normal. Afinal, as vezes é saudável gostarmos das coisas que construimos… Mas será que esse gostar corresponde a qualidade real das coisas que produzimos? Será que a nossa opinião sobre as nossas coisas coincide com a opinião pública relevante?

Manter um certo nível de produção, tanto em frequência como em qualidade, é um desafio para qualquer escritor. Seja para alguém que faça textos jornalisticos, literários, críticos ou até mesmo posts em blogs…

Sendo assim, analisei todas as variáveis e percebi que somente o fato deu gostar das minhas produções textuais e tirar sempre 10 nas redações produzidas no 3º anos não eram suficientes para ser jornalista. Portanto, optei por psicologia. Que é uma ciência muito mais exata do que jornalismo! hahaha

Para escrever, ainda mais hoje em dia, não é necessário que eu seja jornalista. Mas hoje tenho certeza que fiz a escolha certa, ainda mais se levar em consideração o alcance e mobilização que minhas publicações tem nesse blog… XD

In satis-

In satis parece latim… Mas não é. Na realidade é uma referência besta a palavra Insatisfação.

Acredito que a insatisfação tem 2 possibilidades: mudanças ou acomadação. Não consigo ver outras saídas para esse fato. Em ambos os casos a insatisfação tende a desaparecer, apesar de as vezes sobrar certos resquícios, ou gerar novas insatisfações, que vão criando um ciclo sem fim, que nos guiará, pela dor e emoção, pela fá e o amor!!! Até encontrar, o nosso caminhoooooo nesse ciclo! Nesse ciclo sem fim!!! – Ops… Ciclo errado… XD

Mas afinal, porque ficamos insatisfeitos? Será que algo está realmente ruim, ou estamos apenas vendo o lado ‘negativo’? Se vc optar pela primeira opção: de que realmente está ruim, provavelmente você irá culminar na possibilidade de mudança. Já se você acredita ser alguém pessimista, e que apenas não está dando ênfase suficiente no lado bom da coisa. Provavelmente você terminará com a escolha de acomodação.

As pessoas tendem a afirmar que mudança sempre é melhor do que acomodação… Nossa sociedade nos cobra muito o fato de não acomodar com o que encomoda… Aidna mais se você quiser adentrar ao grupo das pessoas consideradas inteligentes e espertas… Mas mudança sempre vai acontecer. Quando você tenta mudar o que te deixa insatisfeito, a alteração ocorre no mundo externo, físico. Se ocorrer acomodação, muito provavelmente a mudança ocorreu em você mesmo: você mudou a sua forma de encarar o fato… Além disso, as vezes algo que encomodava antes, não encomoda mais, não por que você acomodou – no sentido negativo- mas simplesmente por que as coisas mudam… Antes você se encomodava com o latido do cachorro do vizinho. Hoje não se importa, já que arrumou seu próprio cachorro… Não que você tenha acomodado por preguiça de mudar, ou por alienação, ou qualquer coisa assim… Mas porque as coisas não são mais como eram antes, incluindo você e sua vida….

As vezes estamos insatisfeitos e deixamos o sentimento quieto. E quando se repara, já não há mais insatisfação. Não que você tenha acomodado ou tenha feito qualquer coisa para mudar… Mas nem tudo, (in)felizmente, depende da gente… Não temos controle sobre tudo, então algo pode ter mudado, mas não por sua escolha… Mas por outros fatos que muitas vezes são impossíveis de serem analisados. Talvez, a mudança até tenha sido em você, por outros fatores não ligados a insatisfação… Bem, como vamos saber?

Pensei em outra coisa. Talvez a insatisfação nem exista realmente…. Vai ver você só gosta de reclamar, e reclamar te faz bem. Assim sendo, você sente-se satisfeito em mostrar-se insatisfeito…

Bem, acho que encontrei outras possibilidades além das duas iniciais…

Mas esse texto ficou bem ruinzinho… Sorte sua se você parou de ler no segundo parágrafo, pois na minha opinião, ele foi o ápice do assunto de hoje… Também, não é para menos, Rei Leão torna qualquer coisa ápice…

Mudando de assunto…

Hugh Laurie (House da série House) está procurando diversificar sua carreira hein!? Além de ator, arrisca-se agora na escrita, e até mesmo como músico… Esse ano lançou um CD – é um CD mesmo? Estou com preguiça de procurar outras informações na net… – no qual ele toca piano e canta… Até que é bacaninha, estou ouvindo aqui agora as mp3. Além disso estou até gostando do livro dele (O vendedor de Armas), não é o melhor livro que já li, mas também não é o pior. Numa escala de zero a dez você é onze (haha brincadeira, outra referência a filmes da disney… Só que dessa vez ao Alladin). Mas sério, de zero a dez, ficaria entre 7 e 8,5… Vamos ver quando concluir a leitura…

Bem é isso! Porque sempre usamos “bem”? Podia ser mal! Ou será que é uma referência besta a palavra também? Igual ao meu título do post de hoje, que é uma referência besta a palavra insatisfação… Mas isso eu já disse! Ou não?!

Acho que preciso de foco. As coisas andam meio embaçadas. O interessante é que para saber que não enxergo direito, preciso, em algum momento, ter enxergado nítido.

Há palavras muito divertidas. A minha palavra do momento é ‘gordura’. Troque a letra “o” pela “u” e pronto. Temos uma diversão sem fim. Repita dando ênfase na primeira sílaba. – Sem esquecer de fazer a troca de letras proposta anteriormente.

Outra palavra engraçadinha, que a propósito será o nome do meu próximo gato, é ‘leguminho’. É uma palavra tão verde e macia.

Acho bacana atribuir sensações táteis a coisas nada a ver… Talvez uma variação de sinestesia…

Estou frustrada. Sinto que não sou mais…. Já fui mais criativa. Já fui mais espontânea. Já fui mais marcante. Já fui mais bonita. Já fui mais magra. Já fui mais dedicada. E até já fui menos preguiçosa e mais motivada.

As vezes não me reconheço mais. Como se tivesse me tornado uma palavra sem cor, ser cheiro, sem textura, sem sabor… Só ali, preto no branco. Previsível e infeliz. Uma palavra sem ambiguidade. Presa a uma única lógica e com um só significado, e que é usada raramente em textos interessantes… Está presente, exporadicamente, em notícias de realidade crua. Fora isso, me encontram somente no dicionário, quando alguém se preocupa em procurar o significado.

Qual será o significado presente no dicionário?

Só isso

Queria conseguir escrever de forma excepcional…

Excepcional:

1.  Em que há, ou que constitui ou envolve exceção.
2. Que goza de exceção; privilegiado.
3. Excêntrico, extravagante.
4. Excelente; incomum; extraordinário.