"Igualmente ambígua, tudo e nada, afirmação e negação, ilusão e palavra deceptiva, signo e anti-signo, a anti-personagem assemelha-se a boneca que a criança destrói na ânsia de descobrir o "dentro" ou o "avesso", e experimenta a decepção de se defrontar com o vazio do "dentro", verdadeira gargalhada irônica que aponta com o dedo o sonho louco do "fora", enganosa vestimenta de um nada."
(Segolin)