Eu pensava que escrevia bem. Hoje em dia já não tenho mais tanta certeza… Não sei se por falta de prática. Ou por não pensar em boas temáticas. Ou, talvez, por eu nunca realmente ter escrito bem. Vejo por aí pessoas que, ao meu ver, escrevem pior (erros bizarros de concordância, gramática, ortografia e pontuação e/ou temáticas e ideias meio tortas e desconexas), mas que apesar disso recebem muito mais comentários e visitas. Será que tudo gira em torno de publicidade? Ou as pessoas participam somente por consideração a pessoa? Se for a primeira opção, eu até entendo. Se for a segunda opção, acho que preciso de pessoas que tenham mais consideração por mim… hehe
Antes de ser psicóloga pensei em ser jornalista. Sério! Justamente por eu acreditar que escrevia bem. E gostar das coisas que eu escrevia. Penso que isso é normal. Afinal, as vezes é saudável gostarmos das coisas que construimos… Mas será que esse gostar corresponde a qualidade real das coisas que produzimos? Será que a nossa opinião sobre as nossas coisas coincide com a opinião pública relevante?
Manter um certo nível de produção, tanto em frequência como em qualidade, é um desafio para qualquer escritor. Seja para alguém que faça textos jornalisticos, literários, críticos ou até mesmo posts em blogs…
Sendo assim, analisei todas as variáveis e percebi que somente o fato deu gostar das minhas produções textuais e tirar sempre 10 nas redações produzidas no 3º anos não eram suficientes para ser jornalista. Portanto, optei por psicologia. Que é uma ciência muito mais exata do que jornalismo! hahaha
Para escrever, ainda mais hoje em dia, não é necessário que eu seja jornalista. Mas hoje tenho certeza que fiz a escolha certa, ainda mais se levar em consideração o alcance e mobilização que minhas publicações tem nesse blog… XD