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Hoje

Hoje queria algo diferente. Hoje queria sair dos padrões e chorar de rir como a muito não fazia. Hoje queria sair sem rumo e voltar descalço, com um largo sorriso. Hoje queria ser surpreendida. Hoje queria enfrentar alguma situação completamente nova. Hoje queria lidar com o inusitado e se espantar com o inesperado. Hoje queria sair da rotina. Hoje, só por hoje, talvez quisesse ser outra pessoa. Alguém confiante e interessante…

E ao decidir que mudaria o tempo verbal dessas afirmações, ela tornou-se outra pessoa.

E eu, no que me tornei?!

Eu pensava que escrevia bem. Hoje em dia já não tenho mais tanta certeza… Não sei se por falta de prática. Ou por não pensar em boas temáticas. Ou, talvez, por eu nunca realmente ter escrito bem. Vejo por aí pessoas que, ao meu ver, escrevem pior (erros bizarros de concordância, gramática, ortografia e pontuação e/ou temáticas e ideias meio tortas e desconexas), mas que apesar disso recebem muito mais comentários e visitas. Será que tudo gira em torno de publicidade? Ou as pessoas participam somente por consideração a pessoa? Se for a primeira opção, eu até entendo. Se for a segunda opção, acho que preciso de pessoas que tenham mais consideração por mim… hehe

Antes de ser psicóloga pensei em ser jornalista. Sério! Justamente por eu acreditar que escrevia bem. E gostar das coisas que eu escrevia. Penso que isso é normal. Afinal, as vezes é saudável gostarmos das coisas que construimos… Mas será que esse gostar corresponde a qualidade real das coisas que produzimos? Será que a nossa opinião sobre as nossas coisas coincide com a opinião pública relevante?

Manter um certo nível de produção, tanto em frequência como em qualidade, é um desafio para qualquer escritor. Seja para alguém que faça textos jornalisticos, literários, críticos ou até mesmo posts em blogs…

Sendo assim, analisei todas as variáveis e percebi que somente o fato deu gostar das minhas produções textuais e tirar sempre 10 nas redações produzidas no 3º anos não eram suficientes para ser jornalista. Portanto, optei por psicologia. Que é uma ciência muito mais exata do que jornalismo! hahaha

Para escrever, ainda mais hoje em dia, não é necessário que eu seja jornalista. Mas hoje tenho certeza que fiz a escolha certa, ainda mais se levar em consideração o alcance e mobilização que minhas publicações tem nesse blog… XD

In satis-

In satis parece latim… Mas não é. Na realidade é uma referência besta a palavra Insatisfação.

Acredito que a insatisfação tem 2 possibilidades: mudanças ou acomadação. Não consigo ver outras saídas para esse fato. Em ambos os casos a insatisfação tende a desaparecer, apesar de as vezes sobrar certos resquícios, ou gerar novas insatisfações, que vão criando um ciclo sem fim, que nos guiará, pela dor e emoção, pela fá e o amor!!! Até encontrar, o nosso caminhoooooo nesse ciclo! Nesse ciclo sem fim!!! – Ops… Ciclo errado… XD

Mas afinal, porque ficamos insatisfeitos? Será que algo está realmente ruim, ou estamos apenas vendo o lado ‘negativo’? Se vc optar pela primeira opção: de que realmente está ruim, provavelmente você irá culminar na possibilidade de mudança. Já se você acredita ser alguém pessimista, e que apenas não está dando ênfase suficiente no lado bom da coisa. Provavelmente você terminará com a escolha de acomodação.

As pessoas tendem a afirmar que mudança sempre é melhor do que acomodação… Nossa sociedade nos cobra muito o fato de não acomodar com o que encomoda… Aidna mais se você quiser adentrar ao grupo das pessoas consideradas inteligentes e espertas… Mas mudança sempre vai acontecer. Quando você tenta mudar o que te deixa insatisfeito, a alteração ocorre no mundo externo, físico. Se ocorrer acomodação, muito provavelmente a mudança ocorreu em você mesmo: você mudou a sua forma de encarar o fato… Além disso, as vezes algo que encomodava antes, não encomoda mais, não por que você acomodou – no sentido negativo- mas simplesmente por que as coisas mudam… Antes você se encomodava com o latido do cachorro do vizinho. Hoje não se importa, já que arrumou seu próprio cachorro… Não que você tenha acomodado por preguiça de mudar, ou por alienação, ou qualquer coisa assim… Mas porque as coisas não são mais como eram antes, incluindo você e sua vida….

As vezes estamos insatisfeitos e deixamos o sentimento quieto. E quando se repara, já não há mais insatisfação. Não que você tenha acomodado ou tenha feito qualquer coisa para mudar… Mas nem tudo, (in)felizmente, depende da gente… Não temos controle sobre tudo, então algo pode ter mudado, mas não por sua escolha… Mas por outros fatos que muitas vezes são impossíveis de serem analisados. Talvez, a mudança até tenha sido em você, por outros fatores não ligados a insatisfação… Bem, como vamos saber?

Pensei em outra coisa. Talvez a insatisfação nem exista realmente…. Vai ver você só gosta de reclamar, e reclamar te faz bem. Assim sendo, você sente-se satisfeito em mostrar-se insatisfeito…

Bem, acho que encontrei outras possibilidades além das duas iniciais…

Mas esse texto ficou bem ruinzinho… Sorte sua se você parou de ler no segundo parágrafo, pois na minha opinião, ele foi o ápice do assunto de hoje… Também, não é para menos, Rei Leão torna qualquer coisa ápice…

Mudando de assunto…

Hugh Laurie (House da série House) está procurando diversificar sua carreira hein!? Além de ator, arrisca-se agora na escrita, e até mesmo como músico… Esse ano lançou um CD – é um CD mesmo? Estou com preguiça de procurar outras informações na net… – no qual ele toca piano e canta… Até que é bacaninha, estou ouvindo aqui agora as mp3. Além disso estou até gostando do livro dele (O vendedor de Armas), não é o melhor livro que já li, mas também não é o pior. Numa escala de zero a dez você é onze (haha brincadeira, outra referência a filmes da disney… Só que dessa vez ao Alladin). Mas sério, de zero a dez, ficaria entre 7 e 8,5… Vamos ver quando concluir a leitura…

Bem é isso! Porque sempre usamos “bem”? Podia ser mal! Ou será que é uma referência besta a palavra também? Igual ao meu título do post de hoje, que é uma referência besta a palavra insatisfação… Mas isso eu já disse! Ou não?!

Acho que preciso de foco. As coisas andam meio embaçadas. O interessante é que para saber que não enxergo direito, preciso, em algum momento, ter enxergado nítido.

Há palavras muito divertidas. A minha palavra do momento é ‘gordura’. Troque a letra “o” pela “u” e pronto. Temos uma diversão sem fim. Repita dando ênfase na primeira sílaba. – Sem esquecer de fazer a troca de letras proposta anteriormente.

Outra palavra engraçadinha, que a propósito será o nome do meu próximo gato, é ‘leguminho’. É uma palavra tão verde e macia.

Acho bacana atribuir sensações táteis a coisas nada a ver… Talvez uma variação de sinestesia…

Estou frustrada. Sinto que não sou mais…. Já fui mais criativa. Já fui mais espontânea. Já fui mais marcante. Já fui mais bonita. Já fui mais magra. Já fui mais dedicada. E até já fui menos preguiçosa e mais motivada.

As vezes não me reconheço mais. Como se tivesse me tornado uma palavra sem cor, ser cheiro, sem textura, sem sabor… Só ali, preto no branco. Previsível e infeliz. Uma palavra sem ambiguidade. Presa a uma única lógica e com um só significado, e que é usada raramente em textos interessantes… Está presente, exporadicamente, em notícias de realidade crua. Fora isso, me encontram somente no dicionário, quando alguém se preocupa em procurar o significado.

Qual será o significado presente no dicionário?

Só isso

Queria conseguir escrever de forma excepcional…

Excepcional:

1.  Em que há, ou que constitui ou envolve exceção.
2. Que goza de exceção; privilegiado.
3. Excêntrico, extravagante.
4. Excelente; incomum; extraordinário.

A preguiça deveria ser o único pecado capital. Levante a mão aquele não nunca foi acometido por esse mal! Ira, inveja, vaidade, luxuria…. Tem gente que passa a vida inteira sem nem esbarrar nesses demônios… Mas agora a preguiça… Essa sim nos persegue. No mundo moderno estamos cercados de objetos e aparelhos que aumentam mais ainda a possibilidade de cairmos em tentação. Se o controle está longe, ish, assistimos a todo o programa do Raul Gil ou Zorra Total… Morremos de sede, mas não vamos a cozinha pegar um copo d’água… A cama fica bagunçada durante meses…

Sem dúvida a pior forma de preguiça é aquela que está ligada ao tédio. O tédio nunca vem sozinho, geralmente ele vem acompanhado desse maldito pecado… Explodimos de tédio, mas não temos energia para sair do lugar… Passamos o final de semana, principalmente o domingo, mau humorados por que estamos entediados, porque não temos nada para fazer e muito menos coragem para fazer algo… Mas tudo isso, pq o demônio Belphogor está susurrando em nossos ouvidos e respirando em nosso cangote…

Belphegor - Preguiça, descobertas e invenções

Belphegor - Preguiça, descobertas e invenções

É interessante notar que a preguiça sempre foi ligada a invenções e descobertas… Já que estas economizam energia e diminuem esforços na realização da maioria das tarefas. Assim, Belphegor também é considerado o demônio das descobertas e dos inventos. O que também é meio dialético e até um pouco contraditório. Invenções e descobertas demandam, na maioria das vezes, muito esforço e dispendio de energia, coisa que geralmente não temos quando a preguiça nos consome… Na realidade, ao sermos atacados por esse mal, não estamos sem energia, estamos tentando economizá-la para uma eventual necessidade futura…. Como ursos que hibernam…

Acredito que a maioria das coisas que não faço, não são feitas devido a preguiça… O blog que não atualizo… O jogo que não jogo… O quadro que não pinto… A matéria que não estudo… A academia que falto… E o que convém não é culpar o demônio que me tenta, mas o relógio que não colabora… O cansaço que me domina… As prioridades que são outras….

E assim vamos adiando as coisas que temos para fazer, as coisas que temos para terminar, e sucumbimos ao tédio, ao sono, ao marasmo… Quando vemos o dia terminou, os anos passaram, e o que fizemos? Somente abraçamos Belphegor, e assim ficamos… Preguiçosos… Fazendo somente o que é estritamente necesserário e indispensável para a nossa subexistência…

Escrevo esse texto aproveitando que Belphegor foi ao banheiro… Mas agora ele está ali na cama acenando para mim… E não consigo resistir ao seu charme… Afinal… Preciso guardar energias para uma eventual necessidade futura, que talvez nunca chegue! Pelo menos me previni! XD

Já faz quase um ano que publiquei meu último post. É interessante, assustador e impressionante o quando minha vida mudou nesse quase 1 ano. De recém-formada, desemprega e sem perspectivas passei por profissional autônoma, contratada temporária, desempregada, contratada permante,  e por fim, servidora pública federal, com planos de casamento.

Tenho que concordar com Neil Gaiman, que “a vida é o que acontece quando se está vivo.” Enquanto não temos morte cerebral, nunca se sabe o que há de ser. Sendo assim, VIVA. Não digo aqui aquele viver utópico de mensagens de motivação, para que você se estresse menos com o trabalho, que você não se desgaste com as relações, e muito menos para que você ande mais descalço e ria mais de si mesmo.

Viva no sentido de simplesmente ter consciência que você está aqui. Viva da melhor forma que você puder, conseguir e achar que convém. Não há receitas para viver, porque mesmo que você siga supostos princípios básicos da felicidade, a vida acontece por si só. Assim, simplesmente e complicadamente seja vivo!

Sendo assim, resolvi tentar ressucitar esse espaço. Acho que de 10 post que tenho, 7 são falando sobre manter isso aqui vivo. Mas quem sabe, tentando, tentando, tentando, eu não consiga fazer com que a vida aconteça para esse blog enquanto a vida também acontecer para mim!

Afinal, há uma vida toda pela frente (sabe-se lá de quanto tempo) para que as coisas aconteçam em minha vida, enquanto eu estou viva!

IEI!!! VIVAAAAA*! \o/

[Imperat. de viver.]
S. m.
1.     Exclamação de aplauso ou de felicitação, que encerra o desejo de que viva e prospere a pessoa ou coisa à qual se dirige.
Interj.
2.     Designa aplauso, aclamação, entusiasmo.

[Antôn. (da interj.): morra.]

É uma pena que simpatia não dê emprego… Pois se desse, eu seria uma das pessoas mais bem empregadas…. Não que seja convencimento meu, mas aonde eu vou as pessoas geralmente atribuem esse adjetivo a minha pessoa… Não nego que simpatia abre portas… Mas creio que na prática, para arrumar algum emprego, deve fazer mais diferença uma simpatia do tipo pegar um pedaço de papel branco e escrever o nome da firma onde você deixou seu currículo, enrolar nesse papel uma chave, em seguida encher um copo com água limpa e colocar, nesse copo, um pouco de açúcar, depois colocar o papel com a chave dentro desse copo e por sete dias, manter esse copo num lugar bem alto de sua casa e diante desse copo, rezar todos os dias para santo Expedito, no oitavo dia, jogue a água em água corrente e, durante o banho, passe a chave pelo corpo inteiro e, por fim, deixe a chave numa igreja, aos pés de um santo de sua devoção.


Não gosto quando as pessoas me perguntam: “E aí? O que quer ganhar?” Se fosse para eu mesma escolher iria lá e comprava…

A graça do presente não está no item recebido, mas na surpresa! Perceber que a pessoa esforçou-se para dar algo que te agrade, que a pessoa tem pelo menos alguma mínima noção das coisas que você gosta. A surpresa de ser surpreendida por algo que não se esperava… Assim, então, nessa perspectiva, qualquer tipo de surpresa torna-se um presente, desde que feito com o objetivo de nos agradar… Desde um simples detalhe a coisas grandes… Um recadinho, uma flor, algo artesanal, etc…

Além disso… Bem, não tem nada além disso! haha

Na realidade eu gosto de receber presentes… De ser surpreendida vez ou outra…

Parece que é falta de cortesia, em nossa cultura, querer receber presentes… Quando vc vai no aniversário de alguém, e vc faz a pergunta: “O que vc quer ganhar?”, geralmente houve-se a resposta: “Só a sua presença!” ou “Imagina! Nada não!”. Como se assumir que quer e gosta de ganhar presentes fosse uma grande ofença… Bem como perguntar o que se quer ganhar parece ser algum código secreto para estar dispensado de dar presentes, pois todos sabemos que a maioria das pessoas não irá responder o que quer ganhar, já sabemos a resposta que ela dará, assim, ao perguntar, ficamos livres da “obrigação” de surpreender…

Não fazer questão é uma coisa, mas realmente não querer é outra! Eu me encaixo na primeira opção, não faço questão, mas se ocorrer com certeza não irei reclamar…

Então, se não há a real intenção de presentear-me, não me venha com perguntas idiotas na qual todos nós já sebemos a resposta. Pois se no meu aniversário me perguntarem o que quero ganhar, mto provavelmente reponderei: “O que você quiser me dar… E olha que eu cobro, hein?!

Agendamento

Hoje é natal! Mas não é o assunto principal desse meu post! O assunto é: Viagem.

Hoje sigo em direção a Guarapari, ES. Muito provavelmente saimos de Brasília as 4 horas da manhã, para chegar ao destino esperado, se tudo ocorrer dentro dos conformes, por volta das 20 horas da noite… Muito provavelmente, quando você ler esse post, estarei em um carro, com as costas doloridas, pensando: “Essa merda não chega mais não?”.

Mas ainda terei que mantes o bom humor… Coisa que na realidade não é nenhum sacrifício de minha parte…. Isso é, se meus pais não inventarem de ir discutindo política daqui até lá! Para esses casos, ainda bem que tenho um IPod emprestado do meu namorado. Este, por sinal, não vai!

Esse post nem foi escrito na viagem, ou depois dela… Mas sim antes! Descobri agora que há formas de agendar posts… Portanto resolvi fazer alguns presse fim de ano, mais precisamente esse e mais dois nos dias: 30/12 e 02/01.

Mas até que estou animada com essa viagem, seria melhor ir de avião… Pois aí o tempo de translado rduziria a apenas umas 4 horas… Mas, como não tem como, o jeito é adaptar-me da melhor maneira possível a situação real… Na verdade, creio q essa é uma das minhas melhores características: adaptação! Consigo, com facilidade, adaptar meus sonhos e desejos ao que tenho na realidade, possibilitanto criar novos sonhos e desejos, que provavelmente, no futuro, terão que ser adaptados também…

Essa característica facilita a minha vida… Me frustro, mas por pouco tempo… Logo estou recriando novas perspectivas e direções com base nessa frustração…

Por falar nisso, frustração é uma palavra mto feia e estranha… Parece que tem Rs demais nela…

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